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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
Videntes de Fátima não deverão ser canonizados este ano
A viagem do Papa Bento XVI a Portugal está em marcha, mas não se prevê nenhum anúncio da canonização dos videntes de Fátima, durante os quatro dias que Bento XVI passa no país. A informação foi dada ao princípio da tarde pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azevedo, que coordena a comissão da Igreja Católica para a visita papal ao país, em Maio próximo.

De acordo com este responsável, o processo de canonização dos dois irmãos videntes, Jacinta e Francisco Marto, decorre normalmente em Roma, na Congregação para a Causa dos Santos. Este organismo, do Vaticano responsável pelos processos de beatificação e canonização, foi até há pouco tempo presidido pelo cardeal português José Saraiva Martins.

“Não tem que haver sobreposições”, disse ainda Carlos Azevedo, a propósito de um processo que várias vozes dentro da Igreja já quiseram dar por terminado.

O bispo falava na conferência de imprensa de lançamento da visita, na qual foram apresentados os materiais oficiais – cartaz, logótipo, sítio de internet – e anunciados alguns pormenores sobre os quatro dias portugueses do Papa Ratzinger.

Nos discursos que fará em Portugal, Bento XVI “poderá ou não” fazer referência a temas como o aborto ou os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. São “situações perturbadoras da família, que é uma insistência da Igreja Católica”, e sobre as quais a hierarquia católica tem uma posição de defesa “dos mais débeis e de valores”, disse D. Carlos Azevedo. O bispo admitiu que o Papa aproveite algum discurso para reafirmar a doutrina tradicional da Igreja nestas matérias.

Antes das suas viagens, o Papa recolhe sugestões dos episcopados locais sobre temas que estão na agenda pública. Mas, na hora de redigir os discursos, é o próprio que decide quais os temas a abordar.

Quanto a custos, o bispo auxiliar de Lisboa ainda não tem números definitivos. “Estamos a tentar que sejam os mínimos, dada a situação social que o país vive.” Sabe-se para já que a Câmara Municipal do Porto assumiu as despesas com a construção do altar para a missa de dia 14, na Avenida dos Aliados. Em Lisboa, será o patriarcado – com a ajuda de mecenas que estão a ser procurados – a pagar a despesa.

Os custos do hotel em Lisboa que albergará o séquito papal serão repartidos em duas partes iguais, entre o Estado e a Igreja. Da comitiva de Bento XVI farão parte dois portugueses: Manuel Monteiro de Castro, ex-núncio (embaixador) do Vaticano em Espanha e actual secretário do Colégio cardinalício, e o cardeal Saraiva Martins.

No encontro do Papa com o mundo da cultura, no Centro Cultural de Belém (Lisboa), na manhã de dia 12, estará presente a ministra Gabriela Canavilhas, que hoje mesmo, antes da conferência de imprensa, fez questão de comunicar essa intenção. A ministra prometeu também, de acordo com a agência Ecclesia, abrir gratuitamente as portas dos museus e monumentos nacionais no dia da chegada do Papa, 11 de Maio.

No mesmo dia, depois da missa na Praça do Comércio, marcada para as 18h15, grupos de jovens irão para junto da nunciatura do Vaticano em Lisboa cantar enquanto Bento XVI janta.

 

 

Fonte: Jornal Publico Online

sofia s.

publicado por Re-ligare às 16:28
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Máquina do tempo arqueológica: Universidade de Queen próxima da resposta sobre evolução do Homem

Máquina do tempo arqueológica

Universidade de Queen próxima da resposta sobre evolução do Homem




Gerry McCormac e Paula Reimer no Chrono Centre
Gerry McCormac e Paula Reimer no Chrono Centre
Uma equipa de investigadores da Universidade de Queen, Belfast, desenvolveu uma ferramenta arqueológica que pode responder a questões sobre a evolução humana. A curva de calibração, que se estende até 50 mil anos atrás, representa um marco importante na datação por radiocarbono – o método é usado por arqueólogos e geocientistas para estabelecer a idade dos materiais à base de carbono.

A ferramenta pode ser de grande ajuda para resolver determinadas questões que preocupam os cientistas, incluindo o efeito das alterações climáticas na adaptação e migrações humanas.

O projecto foi liderado pela Universidade de Queen, sendo financiado pelo Centro de Investigação nacional sobre Ambiente (National Environment Research Centre – NERC) através de uma bolsa atribuída aos investigadores Paula Reimer e Gerry McCormac, professor do Centro para o Clima, Meio Ambiente e Cronologia (14CHRONO) e estatísticos da Universidade de Sheffield.

A datação por radiocarbono é um método radiométrico que usa o radioisótopo de ocorrência natural carbono-14 (14C) para determinar a idade de materiais carbonáceo até 60 mil anos para trás.

Ron Reimer e Mike Baillie da faculdade de Geografia, Arqueologia e Paleoecologia também contribuíram para o trabalho. O estudo sobre a curva – chamada INTCAL09 – foi publicado no jornal «Radiocarbon». Para além de estender a calibração do radiocarbono, também melhora consideravelmente as partes antes da curva.

Técnica é de grande ajuda para determinar <br> época de amostras arqueólogicas
Técnica é de grande ajuda para determinar
época de amostras arqueólogicas
“A nova curva de calibração para radiocarbono será usada pelo mundo fora por arqueólogos e cientistas da terra para converter o anos de radiocarbono numa escala de tempo comparável com datas históricas ou outras do calendário”
, explicou Reimer.

Segundo o investigador, este trabalho torna-se “significativo já que a curva de calibração agora estende-se num intervalo normal de datação por radiocarbono até 50 mil anos atrás. Comparações da nova curva com o ‘ice-core’ ou outros arquivos climáticas irá fornecer informações sobre as mudanças na actividade solar e circulação oceânica”.

Pesquisa que dura 30 anos

Levou pelo menos 30 anos a investigadores para conseguirem produzir uma curva de calibração que fosse até tão longe no tempo. Desde os anos 1980, um grupo de cientistas internacional chamado de INTCAL tem trabalhado no projecto.

O princípio de datação por radiocarbono trata do fenómeno em que as plantas e animais absorvem pequenas quantidades de carbono-14 radioactivo de dióxido de carbono na atmosfera quando estão vivas, mas deixam de fazê-lo quando morrem. O carbono-14 degrada-se em amostras arqueológicas e geológicas, de modo a que o montante deixado no material dá a indicação da sua antiguidade, aproximadamente.

Como a quantidade de carbono -14 na atmosfera não é constante, mas varia com a força do campo magnético da Terra, a actividade solar, etc., deve ser corrigido com uma curva de calibração.

 
 
Fonte: Ciencia Hoje Online
sofia s.
publicado por Re-ligare às 13:01
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Judeus sefarditas vão ter festival na Serra da Estrela
Judeus sefarditas vão ter festival na Serra da Estrela
 


Os descendentes de judeus sefarditas, originários de Portugal e Espanha, espalhados pelo mundo, vão pela primeira vez ter um festival internacional sobre as suas raízes em novembro, em Belmonte, Guarda e Trancoso.

 

O evento vai ser promovido terça e quarta na Feira Internacional de Turismo do Mediterrâneo, em Tel Aviv, Israel, numa iniciativa da entidade de Turismo da Serra da Estrela (TSE).

«A região tem uma grande herança judaica em que temos apostado ao longo dos anos e que culmina no Primeiro Festival da Memória Sefardita Portuguesa», explica Jorge Patrão, presidente da TSE, que representa a única presença portuguesa no certame em que há diversos contactos agendados com operadores turísticos ligados ao mundo judaico.

 

 

Fonte: Diário Digital / Lusa

publicado por Re-ligare às 11:45
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Govero recusa residencia a quem exiba sinais religiosos radicais

Pela primeira vez o governo frances recusou a nacionalidade a um estrangeiro casado com uma cidadã francesa. A decisão polémica pode repetir-se se os fundamentos se voltarem a verificar, o argumento foi: "de que a estrangeira em causa exibia sinais de prática religiosa radical".

Segundo o Ministro da Emigração Eric Besson: " Ele disse expressamente que recusava o princípio de laicidade, que negava a igauldade entre homens e mulheres, reivindicou que homens e mulheres não eram iguais e admitiu que a esposa, que estava ao seu lado, completamente envolta num véu, o fazia, poeque ele a obrigava a isso."

Para o Ministro da Emigração, a questão é simples, em França há liberdade, e por isso recusou pela primeira vez na histotia, um visto por casamento.

 

Fonte: RTPN , Noticiário das 14h00

Sofia Sousa

publicado por Re-ligare às 14:52
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Alemanha considera formar imãs com ensino de estudos islâmicos nas universidades

Alemanha considera formar imãs com ensino de estudos islâmicos nas universidades

O ensino de teologia islâmica na universidade para treinar académicos, professores e imãs deveria ser levado a cabo em universidades públicas na Alemanha como meio de integração dos muçulmanos, dando acesso a uma educação religiosa sobre o islão que não dependa de líderes religiosos vindos do estrangeiro.
A proposta foi feita na sexta-feira pelo Conselho para as Ciências e Humanidades, que apresentou um relatório depois de dois anos a estudar o ensino religioso na Alemanha. A falta de institutos dedicados ao ensino do Islão nas universidades alemãs como os que existem para a teologia cristã e judaica "não faz justiça à importância da maior comunidade religiosa não-cristã da Alemanha", considerou o relatório.

Há mais de quatro milhões de muçulmanos na Alemanha, numa população total de cerca de 80 milhões. O relatório diz que há 700 mil alunos muçulmanos que precisariam de dois mil professores de Islão se o Estado oferecesse aulas da religião.

"Para mim, esta é parte de uma política de integração moderna", comentou a ministra da Educação, Annette Schavan, à rádio Deutschlandfunk. "A principal questão é qual vai ser o nosso parceiro no desenvolvimento desta ideia."

Vários países europeus têm tentado formar professores para não deixar a educação religiosa islâmica nas mãos de formadores vindos do estrangeiro. Mas têm esbarrado numa dificuldade: em geral, não há uma autoridade religiosa muçulmana única que ajude na elaboração dos planos de estudos.

Numa série de países há escolas religiosas privadas, por exemplo no Reino Unido ou na Holanda. Mas estas têm sido criticadas quer pela sua qualidade e gestão financeira, quer pela sua abordagem ideológica diz, no seu estudo Teaching about Religions in European School Systems, Luce Pépin, especialista em questões de cooperação na educação na Europa.

O relatório alemão também argumenta contra a opção das escolas privadas, dizendo que os estudos islâmicos devem ser feitos nas universidades públicas para assegurar que têm os mesmos padrões académicos dos estudos teológicos das outras confissões.

A maioria das escolas alemãs oferece educação religiosa, mas há falta de professores de Islão, o que faz com que os estudantes recorram a aulas em centros comunitários, onde os professores são estrangeiros.

Na Alemanha há apenas duas universidades, de Münster e de Osnabrück, que oferecem pequenos cursos. O da Universidade de Münster foi já criticado por várias organizações muçulmanas alemãs porque um professor - um alemão convertido - tinha questionado a existência de Maomé, o profeta dos muçulmanos, lembra a agência Reuters.

Segundo o estudo sobre o ensino religioso nos sistemas escolares europeus, o país em que o ensino do Islão está mais bem integrado será a Áustria - a autora explica que o sucesso deste caso se deve também ao facto de haver uma única organização muçulmana que negoceia com as autoridades.

Na Holanda há uma Universidade Islâmica em Roterdão, aponta Pépin, e ainda um curso para imãs na Universidade de Ciências Aplicadas. Em Espanha, há ensino de Islão em escolas primárias na Andaluzia, Catalunha e Madrid, e em Inglaterra tem sido privilegiado o ensino de várias religiões, incluindo a muçulmana. Em França, a comissão que debateu o véu integral rejeitou uma proposta de uma Escola Nacional de Estudos sobre o Islão.
Fonte: Público Online

 

publicado por Re-ligare às 13:22
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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
FCT chumba projeto que pretendia traçar história dos judeus pelos genes

FCT chumba projeto que pretendia traçar história dos judeus pelos gene

A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) reprovou um projeto destinado a traçar pela genética a história dos judeus sefarditas, alegando que este estudo levantaria "sérios problemas a todos os níveis".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
 

O coordenador do projeto, António Amorim, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), disse à agência Lusa que a equipa de investigadores não aceita nem a decisão da FCT nem os argumentos do júri.

António Amorim realçou que este "chumbo" pode pôr em causa a continuação de um estudo inovador sobre comunidades judaicas de Bragança, cujos resultados preliminares foram publicados recentemente no American Journal of Physical Anthropology (Revista Norte-americana de Antropologia Física).

Nesse estudo, a equipa de cinco investigadores portugueses detetou linhagens típicas do Próximo Oriente dez vezes mais frequentes do que no resto do país em comunidades do distrito de Bragança que se identificam como sendo de origem judaica

No projeto submetido à FCT, intitulado "Traçando a história dos Judeus Sefarditas pela genética: criptojudeus e a segunda diáspora", os avaliadores consideraram que a apresentação deste tipo de projetos "cria sérios problemas a todos os níveis - filosófico, ético, político, religioso e histórico".

"Um estudo genético deste tipo abre a porta a toda a espécie de manipulação ideológica", referem os avaliadores, que dizem temer também "danos morais e intelectuais" de "extensão considerável" em comunidades "rurais e frágeis".

O projeto envolveria 16 investigadores, 10 dos quais doutorados, e cinco unidades de investigação: IPATIMUP, Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Centro de Estudos Sefarditas "Alberto Benveniste", Centro de Investigação em Antropologia da Universidade de Coimbra e Society of Crypto-Judaic Studies.

 

 

Fonte: Destak Online

sofia s.

publicado por Re-ligare às 14:13
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