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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010
Évora: Jesuítas assinam protocolo com a Fundação Eugénio de Almeida

A Província Portuguesa da Companhia de Jesus e a Fundação Eugénio de Almeida assinaram um protocolo de colaboração que passa a reger as relações entre as duas instituições.

A colaboração entre a Companhia de Jesus e a Fundação Eugénio de Almeida teve início nos anos sessenta do século XX, tendo levado à criação, em Évora, em 1964, do Instituto Superior de Economia e Sociologia (ISESE).

Nesse contexto, a Fundação proporcionou as condições necessárias ao regresso da Companhia de Jesus a Évora - donde saíra com a expulsão pombalina de 1759 - cedendo-lhe instalações para a actividade lectiva e para residência da comunidade.

As circunstâncias da permanência dos jesuítas em Évora alteraram-se profundamente com o encerramento da actividade lectiva do ISESE, em 1975, mantendo-se apenas o acesso à sua biblioteca e a publicação da revista Economia e Sociologia.

Na sequência do protocolo agora assinado, a Companhia de Jesus aceita deixar os espaços da actual residência, que a Fundação Eugénio de Almeida pretende integrar num amplo projecto cultural.

Por outro lado, a Companhia de Jesus propõe-se apoiar, na medida das suas competências, a Fundação Eugénio de Almeida no cumprimento da sua missão em prol do desenvolvimento integrado da cidade de Évora e da sua região.

A Fundação Eugénio de Almeida, no âmbito do protocolo, propõe-se contribuir para o desenvolvimento estruturado e sustentado do projecto pastoral da Companhia de Jesus em Évora, comprometendo-se a garantir a abertura de uma nova residência e espaço pastoral, até 2012.

Até essa data, a Fundação disponibilizará transitoriamente à Companhia de Jesus uma casa na Quinta de Valbom para onde a Comunidade se transferirá durante o Verão de 2010.

 O mesmo protocolo estabelece que a Fundação Eugénio de Almeida é constituída depositária da biblioteca do ISESE, que se mantém propriedade da Companhia de Jesus mas será transferida para a sede da Fundação que garantirá as condições necessárias para a sua consulta pública.

Actualmente, residem em Évora cinco sacerdotes jesuítas.


Fonte: Agencia Ecclesia Online

publicado por Re-ligare às 17:46
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Igreja não concorda com abertura dos hipermercados aos domingos

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) discordou hoje do alargamento do horário das grandes superfícies ao domingo, afirmando que o lucro não deverá sobrepor-se aos valores familiares

O conselho de ministros aprovou hoje o alargamento do horário das grandes superfícies (mais de dois mil metros quadrados) ao domingo, passando estes estabelecimentos a poder funcionar todos os dias das 06h as 24h.

«A lógica do lucro não pode governar a sociedade», sublinhou o porta-voz da CEP, padre Manuel Morujão, defendendo que os domingos deverão ser «dias de encontro de familiares». O porta-voz da Conferência Episcopal disse ainda que os domingos devem ser dias de «celebração do credo», devendo ser aproveitados para «estreitar as relações fraternas e familiares».

Manuel Morujão admitiu ainda que os bispos portugueses possam reagir à abertura dos hipermercados até às 24h aos domingos, embora numa lógica de defesa do dia de descanso.

O decreto-lei que modifica o regime dos horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais mantém a possibilidade das câmaras municipais, «em casos devidamente justificados alargarem ou restringirem os limites dos horários fixados», segundo o comunicado do conselho de ministros.

Entre essas razões destacam-se «questões de segurança, protecção da qualidade de vida dos cidadãos ou defesa de certas actividades profissionais».

Em conferência de imprensa após o conselho de ministros, o ministro da Economia, Vieira da Silva disse que «já não faz sentido manter os hipermercados num regime legal de excepção» quanto aos horários.

Fonte: Sol Online

publicado por Re-ligare às 17:44
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Terça-feira, 20 de Julho de 2010
Paquistão: Dois cristãos acusados de blasfémia mortos à saída do tribunal

Paquistão: Dois cristãos acusados de blasfémia mortos à saída do tribunal

Minorias religiosas sofrem com o crescimento do extremismo islâmico

Dois irmãos cristãos acusados de escrever um panfleto blasfemo contra o Islão e o profeta Maomé foram assassinados esta Segunda-feira no Leste do Paquistão, refere a agência AsiaNews.

Rashid Emmanuel e o seu irmão Sajid Masih Emmanuel foram mortos a tiro quando regressavam à prisão, depois de terem comparecido numa audiência judicial realizada na cidade de Faisalabad.

O primeiro-ministro paquistanês, Yousaf Raza Gilani, expressou a sua preocupação com o incidente e ordenou ao chefe da província do Punjab para tomar as medidas necessárias ao restabelecimento da ordem na cidade.

Os responsáveis locais das forças de segurança comprometeram-se a capturar os presumíveis culpados, que também feriram gravemente o agente da polícia que escoltava os dois irmãos.

Para o Ministro das Minorias do Paquistão, Shahbaz Bhatti, as acusações contra os dois cristãos, entre eles um pastor protestante, foram forjadas, convicção que é partilhada por fontes locais, segundo as quais a polícia estava prestes a ilibar os irmãos.

O porta-voz da Fundação Democrática das Minorias do Paquistão, Atif Jamil Pagaan, realçou que “não foi apresentada nenhuma prova” e não apareceu “nenhuma testemunha”, acrescentando que os panfletos foram escritos à mão, fotocopiados e distribuídos anonimamente.

No início do mês, perto de 400 manifestantes queimaram pneus e manifestaram-se em Waris Pura, uma área pobre de Faisalabad habitada por cerca de cem mil cristãos, pedindo a pena de morte para os dois acusados.

A 15 de Julho, foram convocadas marchas que percorreram a cidade, durante as quais se repetiram os apelos à execução dos irmãos.

No dia seguinte, após o fim das orações de Sexta-feira, líderes religiosos instigaram os fiéis a manifestarem-se contra os cristãos, apelo que teve como resultado o apedrejamento de uma igreja católica.

Também na semana passada muitas famílias cristãs fugiram do bairro com medo da violência.

O duplo homicídio coincidiu com a visita ao Paquistão da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que decorreu a 18 e 19 de Julho.

Legislação sobre a blasfémia causa “cada vez mais vítimas”

A lei paquistanesa sobre a blasfémia prevê a pena de morte, que no entanto não foi aplicada aos irmãos.

Os defensores dos Direitos Humanos exigem a eliminação da legislação, que, segundo eles, é explorada para fins pessoais e encoraja o extremismo islâmico.

De acordo com um relatório sobre as condições das minorias religiosas, recentemente publicado pela Comissão Justiça e Paz do Paquistão, os abusos à interpretação da lei sobre a blasfémia continuam em todo o país.

Em 2009 foram registados 112 casos, que atingiram 57 membros da seita ‘ahmadi', grupo que as autoridades paquistanesas não reconhecem como muçulmano, assim como 47 muçulmanos e oito cristãos.

Entre 1987 (quando a lei entrou em vigor) e 2009, 1032 pessoas foram injustamente atingidas, assinala a Comissão Justiça e Paz.

O secretário executivo daquele organismo da Igreja Católica renovou o apelo à eliminação da lei e criticou o Governo por não evitar os abusos deste quadro legal, tendo salientado a “profunda preocupação” da comunidade cristã do país.

Fonte: Agencia Ecclesia Online

publicado por Re-ligare às 13:05
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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010
Religiões e Apoio Social

Notícia retirada do Público on.line de hoje:

 

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, escusou-se hoje a assumir uma posição sobre a proibição de símbolos religiosos, considerando que essa é uma questão da exclusiva competência dos Estados-membros da União Europeia e não das instituições comunitárias.

 

Durão Barroso foi questionado sobre o crescente combate a símbolos religiosos na Europa, como a proibição do uso em público do véu integral islâmico ou da exibição de crucifixos em escolas já em vigor em alguns países, no final da sexta edição do encontro inter-religioso, que juntou na sede da Comissão Europeia representantes de diversas confissões e de vários Estados-membros.

O presidente da Comissão, que lançou a iniciativa destes encontros inter-religiosos em 2005, explicou que não ia tomar qualquer posição sobre o assunto, já que essa é uma questão de “competência nacional”.

“Sabemos que há respostas diferentes em diferentes Estados-membros, mas trata-se de uma competência nacional e não cabe à União Europeia e às instituições europeias ditarem qual a resposta a dar” à questão, afirmou.

Também o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, questionado sobre o mesmo assunto, e confrontado com o facto de o seu país, a Bélgica, ter sido o primeiro da UE a proibir o uso da “burqa”, escusou-se a tomar posição, e, respondendo a seguir a Durão Barroso, proferiu apenas três palavras: “a mesma resposta”.

A convite da Comissão Europeia, Conselho e Parlamento Europeu, representantes de Igrejas cristãs (Católica, Ortodoxa, Protestante e Anglicana), bem como do judaísmo e do islão e das comunidades sikh e hindu, oriundos de 14 Estados-membros (Portugal não incluído), discutiram a importância do combate à pobreza e exclusão social na perspectiva da governação europeia.

A este propósito, o presidente da Comissão Europeia, sublinhou o papel fundamental das igrejas e comunidades religiosas no combate à pobreza e exclusão social, "que não devem ter lugar na Europa do século XXI".

“As igrejas e as comunidades religiosas são importantes prestadores de serviços sociais nos Estados-membros da União Europeia. Se quisermos combater eficazmente a pobreza, é essencial basearmo-nos na sua longa e vasta experiência”, disse o presidente do executivo comunitário.

“Na Europa, vários milhões de cidadãos vivem no limiar da exclusão social, uma situação lamentável para uma das regiões mais ricas do mundo. À medida que a Europa recupera da actual crise, quero que o crescimento gerado permita integrar os mais vulneráveis na sociedade”, acrescentou.

De acordo com a Comissão, os líderes religiosos de catorze Estados-membros (França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Itália, Países Baixos, Grécia, Roménia, Bulgária, Chipre, Hungria, Eslováquia, Polónia e Dinamarca) expressaram o seu apoio à estratégia Europa 2020 delineada por Bruxelas e aos respectivos objectivos sociais e educativos.

O “fulcro” da Estratégia Europa 2020 – sucessora da Estratégia de Lisboa para o crescimento e emprego – é a promoção do emprego, do crescimento inclusivo e da coesão social, sendo que um dos objectivos acordados na UE é reduzir em pelo menos 20 milhões, até 2020, o número de europeus expostos à pobreza e à exclusão social.

Segundo Bruxelas, os líderes religiosos incentivaram as instituições europeias a reforçarem esta dinâmica, nomeadamente com vista a melhorar o acesso ao mercado de trabalho e a oferecer serviços sociais mais orientados nos Estados-Membros, bem como a garantir a igualdade de oportunidades no acesso à educação e à formação.

Sublinharam também o seu empenho constante em promover a coesão social e reforçar o espírito de solidariedade e de participação cívica entre os europeus, salientando que só será possível superar a crise actual quando as pessoas e a justiça social estiveram no cerne das políticas europeias.

Na sexta edição do encontro inter-religioso – uma iniciativa lançada por Durão Barroso em 2005 -, o presidente da Comissão sublinhou o facto de este ter sido o primeiro realizado sob o Tratado de Lisboa, cujo artigo 17.º prevê que a União mantenha “um diálogo aberto, transparente e regular” com a religião, as igrejas e as comunidades religiosas.

publicado por Re-ligare às 17:59
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
Austrália: Jesuítas vão inaugurar escola gratuita para crianças aborígenes

Os jesuítas vão inaugurar em 2011 uma escola primária gratuita para as crianças aborígenes, que ficará localizada nos arredores da cidade australiana de Sydney.

O estabelecimento de ensino, a ser instalado na igreja católica de St. Vincent, em Redfern, vai receber as crianças menos favorecidas, tendo em conta as necessidades das famílias e a cultura dos estudantes.

O reitor do Colégio St. Aloysius, Pe. Ross Jones, explicou que o Governo do  Estado de New South Wales financiou as primeiras inscrições na escola, enquanto que o Conselho Municipal de Sydney aprovou o pedido de restauração do presbitério da igreja.

‘Jarjum’, que na linguagem aborígene Bundjalung significa “crianças”, é o nome da escola, que será financiada pelo Colégio St. Aloysius, a cargo da Província dos Jesuítas.

“A formação das crianças nesta escola será intensiva e holística”, disse o sacerdote, acrescentando que a instituição vai cuidar das crianças mais necessitadas e excluídas.

O projecto prevê oferecer o pequeno-almoço, almoço e actividades vespertinas aos estudantes, além de um cuidado pastoral individual e exames médicos regulares, em associação com o Serviço de Saúde aborígene.

 

Fonte: Agencia Ecclesia Online

sofia s.

publicado por Re-ligare às 12:54
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